Bom Saber: 10 rótulos de cervejas com os nomes mais hilários no mundo cervejeiro

Batizar uma cerveja pode ser uma tarefa tremendamente difícil. Afinal, uma vez nomeada a sua criação, não há maneiras de voltar atrás e se arrepender. Ainda assim, muita gente assumiu este compromisso com muito humor e leveza, gerando alguns dos nomes mais hilários no mundo cervejeiro.

Acompanhe, abaixo, 10 rótulos nacionais e internacionais que vão lhe garantir algumas boas risadas.

Ripa na Chulipa

Estilo: IPA
Porcentagem Alcoólica: 7% ABV

Centeio Dedo

Estilo: American IPA
Porcentagem Alcoólica: 6,5% ABV

Preguiça

Estilo: Witbier
Porcentagem Alcoólica: 5% ABV

Olívia Ipalito

Estilo: IPA
Porcentagem Alcoólica: 5,4% ABV

Fio Terra

Estilo: IPA
Porcentagem Alcoólica: 6% ABV

Hello, My Name is Zé

Estilo: American IPA
Porcentagem Alcoólica: 6,4% ABV
Sobre o nome: literalmente “Olá, Meu Nome é Zé” – ou apenas “Zé” para os íntimos – esta cerveja foi desenvolvida em 2014 para a Copa do Mundo daquele ano.

Rialto

Estilo: Lager
Porcentagem Alcoólica:  5% ABV
Sobre o nome: embora “Rialto” sugira que alguém acabou de contar uma piada daquelas, o nome se refere, na verdade, ao local homenageado por estes produtores salvadorenhos aos templos maias na região de Rialto.
668 Neighbor of the Beast

Estilo: Belgian Golden Strong Ale
Porcentagem Alcoólica: 9% ABV
Sobre o nome: literalmente “668, o Vizinho da Besta” – os produtores desta bebida brincam que “ao lado de Satã, é bom estar preparado com uma boa cerveja em mãos”.

Hoptimus Prime

Estilo: American Double
Porcentagem Alcoólica: 9% ABV
Sobre o nome: trocadilho com um personagem da cultura pop, o robô da série Transformers, o herói Optimus Prime e a palavra “hop” – que inglês significa “lúpulo”. O rótulo desta cerveja apresenta um grande robô feito de lúpulo.

Kilt Lifter

Estilo: Strong Scotch Ale
Porcentagem Alcoólica: 8% ABV
Sobre o nome: esta Ale escocesa se orgulha de possuir um equilíbrio perfeito entre o malte e o lúpulo, deixando qualquer homem escocês com o “kilt levantado”.

Com informações de: Brejas e Minibrew


O Brasil num copo

Quando você olha para um copo de cerveja, o que você enxerga? Uma fonte de prazer em formato líquido, translúcido e borbulhante? Uma maneira de relaxar com os amigos no pós-expediente? Um troféu de vitória em comemoração a uma data especial? Todas as alternativas anteriores podem ser as suas, mas o que raramente vemos – ou o que está para além de um simples copo de cerveja – é o quanto esta bebida está presente na vida de milhões de brasileiros, direta ou indiretamente.

Tomemos como exemplo um número: 1,6%. Sozinho, pode parecer um número pequeno, mas segundo pesquisa publicada pela Associação Brasileira da Indústria da Cerveja (CervBrasil), esta é porcentagem na participação da indústria da cerveja no PIB nacional. Ou seja, de todos os bens e serviços finais produzidos pelo país inteiro, 1,6% corresponde à bebida favorita do brasileiro. Convertendo em dinheiro, isto representa cerca de 4 bilhões de reais anuais em investimento, 21 bilhões de reais em tributos ao governo e um faturamento na casa dos 70 bilhões de reais anuais. De acordo com os dados do BNDES, o setor também é responsável pela 12ª maior geração de empregos no país, o equivalente a 3 milhões de pessoas trabalhando todos os dias no brinde nosso de cada dia.

Embora não sejamos os maiores consumidores per capta de cerveja – isso geralmente fica por conta dos europeus, especialmente os tchecos e austríacos –, em números absolutos, somos o 3º maior mercado consumidor de cerveja do mundo, com uma incrível marca de 14 bilhões de litros bebidos todos os anos.

Os estados de Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo correspondem a metade deste consumo, mas nem por isso o resto do Brasil fica para trás. O estado do Rio Grande do Sul, por exemplo, é onde seus habitantes mais consomem cerveja per capta anualmente, enquanto os estados do Nordeste são os que mais crescem em volume, ano após ano.

Mesmo vivendo em momentos de crises políticas e econômicas, o brasileiro mantém seu gosto e sua exigência. Para se ter uma noção, só em 2016 foram abertas 148 cervejarias no Brasil segundo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, um crescimento espantoso de quase 40%. No final do ano passado, chegamos a um total de 522 cervejarias no país – sinal de que há procura e investimento neste tipo de produto.

Pensando por este lado, você nunca mais vai encarar o seu copo de cerveja da mesma maneira. Há muitos e muitos outros milhões de brasileiros, ao seu lado, brindando diariamente com você.
Com informações de: Associação Brasileira da Indústria da Cerveja, O Globo, Revista Exame e Sebrae


Cerveja: Uma Deusa

O bom apreciador de cerveja tem todos os motivos do mundo para erguer as mãos aos céus e agradecer a esta dádiva líquida, fruto de muita observação da Natureza, estudo científico e História. O que você talvez não saiba é que realmente existiu (ou existe...) uma deusa da cerveja a quem adorar.

Cultuada pelos povos mesopotâmicos há mais de 10.000 anos, estas civilizações hoje consideradas o berço do mundo ocidental, como os sumérios, egípcios e assírios adoravam Ninkasi. Segundo a liturgia suméria, Ninkasi nasceu de uma relação entre Enki, senhor Nudimmud, rei de Uruk, e a rainha Abzu, deusa da procriação. Ela é uma dos oito filhos do casal, cuja missão da prole era curar as oito feridas do pai, guardião das leis divinas.

De acordo com tesouros arqueológicos deixados por esta civilização, Ninkasi nasceu da água fresca cintilante e veio como deusa para saciar o desejo e satisfazer o coração dos homens mortais. Numa das tábuas de barro mais antigas encontradas pela civilização moderna, datadas com quase 4.000 anos de idade, ficou registrado o “Hino à Ninkasi” – um poema épico, mistura da biografia da deusa cervejeira e receita da bebida sagrada.

O poema foi traduzido para o inglês pelo professor Miguel Civil, especialista em língua suméria e estudioso das civilizações mesopotâmicas. Amém!

Com informações de: Infopédia, Portal G1, Universidade de Chicago e Wikipédia


Tsunami de cerveja

A Grande Inundação de Cerveja na Londres de 1814*

Na segunda-feira do dia 17 de outubro de 1814, um terrível desastre acachapou a vida de pelo menos 8 pessoas no distrito de St. Giles, em Londres. Um acidente industrial bizarro resultou num tsunami de cerveja nas redondezas da rua Tottenham Court Road.

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Recolhendo o trigo

A personagem de hoje nasceu no sul da Alemanha, mas é conhecida atualmente no mundo inteiro. Na região da Baviera, onde foi batizada, ela foi registrada oficialmente com pelo menos quatro nomes diferentes (e um tanto complicados para nós, nativos do português): Weissbier, Weizenbier, Hefeweizen e Hefeweizenbier.  Mas uma coisa todos esses nomes têm em comum: eles representam a mesma deliciosa bebida, comumente conhecida no Brasil como cerveja de trigo.

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Um gole de satisfação

Basta dar um gole, um micro golinho de cerveja que o seu corpo já irá ficar mais “contente”. E desta vez quem o afirma não é a sua própria consciência numa sexta-feira pós-expediente, mas sim pesquisadores PhD da faculdade de Medicina da Universidade de Indiana (EUA).

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O Som da Cerveja

Se te dissermos que a música que você escuta afeta o sabor da sua cerveja?

Quando vamos para um Happy Hour, ou a saímos com os amigos para algum bar, a tendência é sempre procurarmos os que tocam músicas que curtimos, afinal, nada como boa companhia, música e cerveja gelada, não é mesmo?

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Dilema da Academia

O que veio primeiro: a sede de beber cerveja ou a vontade de fazer um exercício?

A cerveja está presente nos mais diversos momentos de realização e frustração de uma vida social e esportiva. Associada à alegria da vitória ou à amargura da derrota, a correlação entre exercício e álcool sempre foi um objeto de interesse na pesquisa científica. Em um artigo publicado na seção de ciência & bem-estar do prestigiado jornal norte-americano, o The New York Times propôs a seguinte questão: seria a bebida responsável pela vontade de se fazer exercício ou o exercício responsável pela vontade de tomar uma geladinha pós-expediente?

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Hora de comemorar? Só se for com cerveja!

Até parece que você já não sabia. Mas para não repetirmos o óbvio ululante sem uma base real de dados palpáveis, é hora de provar por A + B que a cerveja é a bebida nacional. Segundo pesquisa divulgada pelo Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (IBOPE) em 2013, não resta dúvida: quase dois terços (64%) dos entrevistados definem a cerveja como sua bebida preferida na hora das comemorações.

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Uma união para toda a vida

Poucas coisas na vida são tão precisas e certeiras: não há nada melhor do que um final de semana de sol com os amigos e a família, regado a uma boa cerveja e acompanhada de um excelente churrasco. Não à toa, esta ligação entre a bebida e a proteína na brasa faz tanto sucesso. Se você antes achava que era uma questão de gosto, hoje podemos afirmar que é uma questão de saúde.

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