Um voo cervejeiro

Atenção senhores passageiros: após afivelarem os cintos, por favor ergam os seus copos para o alto, vejam a coloração da sua cerveja, sintam o aroma da bebida e façam um brinde ao nosso destino, pois estamos prestes a decolar.

Embora a ideia acima pareça absurda, foi pensando na tradição e modernidade alemã que a fabricante de cerveja Airbräu abriu suas portas no Aeroporto Internacional de Munique há 18 anos, em 1999. Até hoje, ela detém o posto mundial como a única deste tipo.

Em meio aos mais de 40 milhões de passageiros / ano que passam pelo segundo aeroporto mais movimentado da Alemanha, o sétimo mais movimentado da Europa e 30º em todo o mundo, há espaço para cerca de 250 pessoas tomarem uma gelada antes de pegar o próximo voo. No menu, três cervejas fazem parte do cardápio oficial: a “Fliegerquell” ou “Fonte do aviador”, uma ale amarga e saborosa; a “Kumulus” ou “Nuvem”, feita de trigo e mais encorpada e, por último, a “Jetstream” ou “Fumaça de Avião”, novidade pilsen da casa.

É possível também realizar um passeio organizado pela cervejaria e conhecer todo o processo de confecção dessa bebida “que veio dos céus”. Tudo isso, é claro, acompanhado de muita comida tradicional da Baviera, como o Weisswürste (salsicha de carne de porco) e o Schnitzel (costeleta de porco) – para deleite do bom turista.

No comando da produção encontra-se o jovem René Jacobsen, com diploma de mestrado oficial em mestre cervejeiro pela Universidade Técnica de Berlim. Pois, afinal, quando se trata da Alemanha – o quarto maior país consumidor per capta de cerveja no mundo – nem mesmo o céu é o limite para se aproveitar uma boa gelada.
Com informações de Aeroporto de Munique, Bavaria.by e Wikipédia


Tamanho da sede

Existem milhares de motivos para você culpar a ressaca de hoje e a bebedeira do dia anterior. Afinal, a noite estava agradável, a companhia estava boa, a cerveja estava gelada, era sexta-feira pós-expediente. Seja qual for a sua desculpa, apresentamos mais uma razão pelo descuido etílico – desta vez amparada por análises científicas de altíssima competência: foi tudo culpa do copo.

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Tempos Modernos

Você é do tempo que se vangloria que “antigamente, as coisas eram melhores”? Pois no mundo da cerveja, esta pode ser uma afirmação um tanto perigosa. E se tem uma coisa que podemos afirmar é que, graças ao girar da Terra, certas coisas que apreciamos hoje se tornaram boas com o passar do tempo.

Confuso? Imagine então um dia exaustivo de trabalho, daqueles que a única coisa que lhe vem à mente é beber uma deliciosa cerveja gelada regada a um bom papo com os amigos. Chegando ao bar - que está mais para uma taverna escura, sem luz e pouco confortável - lhe é servido um líquido escuro, quente e cheio objetos não-identificados flutuando sobre ele: essa era a cerveja de antigamente.

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Uma união para toda a vida

Poucas coisas na vida são tão precisas e certeiras: não há nada melhor do que um final de semana de sol com os amigos e a família, regado a uma boa cerveja e acompanhada de um excelente churrasco. Não à toa, esta ligação entre a bebida e a proteína na brasa faz tanto sucesso. Se você antes achava que era uma questão de gosto, hoje podemos afirmar que é uma questão de saúde.

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Cerveja Portátil

Acampar e beber cerveja. Aparentemente incompatíveis essas duas atividades ao ar livre requerem muito planejamento e estrutura. Afinal, é necessário calcular o número de engradados, levar um cooler (ou isopor) condizente com o tamanho do grupo de consumidores, possuir um porta-malas que tenha espaço para tudo isso E as malas. Enfim, um trabalho que somente os apreciadores de cerveja realmente entendem. Mas e se não tiver gelo por perto, o que fazemos? Uma empresa norte-americana pensou neste grupo de consumidores, os cervejeiros-aventureiros, e desenvolveu – rufem os tambores – a cerveja em pó!

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Fonte dos Desejos

Uma fonte de cerveja. Confere produção? Sim. Não é um sonho, ela existe!

Os eslovenos e amantes da bebida estão adorando a novidade: uma fonte de cerveja foi construída no vilarejo de Zalec, a 60 quilômetros de Liubliana, capital da Eslovênia. O lugar não poderia ser mais adequado para esse projeto: a cidade fica no vale Savinja, rodeada de campos de lúpulo, usado na fabricação do ouro líquido.

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Coisa de Mágico

Pense num pudim. Imagine sua forma, sua cor, sua textura, gosto e consistência. Vou tentar adivinhar, tá? Você pensou em um pudim redondo, com um círculo vazado no meio, ligeiramente dourado em cima, esbranquiçado embaixo, liso e brilhante, além de muito doce e macio. Acertei? A descrição acima pode ser válida para 99,9% dos brasileiros comedores de pudim, mas está longe de ser unânime mundo afora.

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Cerveja: Uma Língua Universal

O bom cervejeiro que o reconheça: as palavras podem ser as nossas melhores amigas ou piores inimigas. Numa mesa de bar, você se gaba por ser o mais articulado e teima em debater o Fla-Flu político (ou a final daquele campeonato de 1979) como ninguém. Você sabe o que diz – ou melhor: você sabe como dizer.

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Bom de copo – Literalmente

Você já deve ter ouvido muito por aí que fulano sabe beber, que sicrana sabe como entornar e, convenhamos, até você já se arriscou a dizer que é “bom de copo”. Mas será mesmo? Então responda rápido, valendo um milhão de dinheiros: 1) qual é o copo ideal para servir as cervejas mais leves, estilo pilsen? 2) para uma cerveja mais robusta, você brindaria com seus amigos em um Weizen ou em um Yard? 3) se alguém lhe oferecesse uma flauta, você: a. tocaria? b. beberia? c. falaria, “não obrigado, não estudo música” ou d. nenhuma das anteriores?

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Os Elementos da Cerveja

Apesar de a cerveja ser a bebida nacional dos brasileiros, será que nós realmente conhecemos aquilo que estamos consumindo? Façamos um teste rápido – sem pressão – para ilustrar este pensamento: se você pudesse fazer uma lista rápida, sem cola ou consulta, quais ingredientes você diria que compõem a cerveja? Vou lhe dar uma dica: são apenas quatro.

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