Tamanho da sede

Existem milhares de motivos para você culpar a ressaca de hoje e a bebedeira do dia anterior. Afinal, a noite estava agradável, a companhia estava boa, a cerveja estava gelada, era sexta-feira pós-expediente. Seja qual for a sua desculpa, apresentamos mais uma razão pelo descuido etílico – desta vez amparada por análises científicas de altíssima competência: foi tudo culpa do copo.

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Dilema da Academia

O que veio primeiro: a sede de beber cerveja ou a vontade de fazer um exercício?

A cerveja está presente nos mais diversos momentos de realização e frustração de uma vida social e esportiva. Associada à alegria da vitória ou à amargura da derrota, a correlação entre exercício e álcool sempre foi um objeto de interesse na pesquisa científica. Em um artigo publicado na seção de ciência & bem-estar do prestigiado jornal norte-americano, o The New York Times propôs a seguinte questão: seria a bebida responsável pela vontade de se fazer exercício ou o exercício responsável pela vontade de tomar uma geladinha pós-expediente?

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Tenha em mente: Cerveja

Você anda com a cabeça na Lua? Está perdido no tempo? Encontra-se no meio de uma tarefa e esquece exatamente o que estava fazendo? Cuidado, o alemão pode estar a sua porta e você com sede de cerveja.

Explicamos: a doença de Alzheimer – descrita pela primeira vez pelo psiquiatra alemão Alois Alzheimer em 1906, durante um congresso científico naquele ano – é uma doença degenerativa que afeta o córtex cerebral, caracterizada por seu transtorno neurodegenerativo. Outrora conhecida como “demência senil”, esta enfermidade é mais comum entre a população idosa (+60 anos) e se caracteriza principalmente (mas não apenas) pela morte progressiva dos neurônios no cérebro. Os sintomas se iniciam com perda de memória e vão progredindo conforme o avanço da doença, podendo levar à morte por comprometer totalmente as capacidades cognitivas e motoras da pessoa afetada.

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