Risoto de Carne Seca com Cerveja Escura

O risoto é um prato tipicamente italiano, que tem origem na região da Lombardia, no Norte da Itália. A palavra risoto é o diminutivo de riso, que significa arroz em italiano. É justamente neste ingrediente que está o segredo do prato. Não é qualquer tipo de arroz que dá origem a um bom risoto: ele precisar ser feito com um tipo cujo grão libere amido durante o cozimento.

No Brasil é possível encontrá-lo em três tipos: o arbóreo (mais usado na Itália) garante cremosidade, ideal para receitas com verduras. O carnaroli é o preferido pelos profissionais de gastronomia. Já o Vialone Nano é menor e arredondado, cozinha por igual e é indicado para o preparo com peixes e frutos do mar.

A primeira receita

A receita original é de 1574, época da construção da Catedral de Milão (Duomo di Milano). Valerius de Fianders, mestre na fabricação de vidro, foi contratado para criar algumas janelas para a Catedral e isso fez com que muitos estudantes se interessassem pelo trabalho. Um desses estudantes gostava de misturar cores, principalmente o amarelo puríssimo. Seu segredo era colocar um pouco de açafrão quando o vidro estivesse pronto. De Fianders sabia da paixão de seu aluno por açafrão e irritava-o, dizendo que ia colocar açafrão no arroz.

Após anos de provocações, o aluno decidiu se vingar de seu mestre: a filha de Valerius iria se casar e o aluno subornou o cozinheiro para colocar no arroz um pouco de açafrão. O cozinheiro inovou e assim surgiu a primeira receita, o risotto alla milanese, que é o risoto de açafrão.

Sabor italiano

Para os italianos, o risoto ideal tem que ter uma consistência precisa: deve ser cremoso, mas jamais fluido como uma sopa. O arroz tem de ficar necessariamente al dente. O grão cozinha, mas sempre oferece resistência ao dente, e deve ser levado à mesa pastoso, mas não empapado.

O risoto é preparado lentamente em caldo de carne ou de legumes, acrescentando os mais variados ingredientes para dar um gosto único e especial. Pode ser apreciado em qualquer época do ano e, para trazer um toque bem brasileiro à receita, nada melhor do que acrescentar carne seca e cerveja escura.

Risoto de Carne Seca com Cerveja Escura

Ingredientes

500 gramas de carne seca picada e dessalgada
3 colheres (sopa) de óleo
1 cebola picada
2 dentes de alho picados
2 xicaras de arroz arbóreo
1 1/2 xicara de carveja preta
Sal e pimenta a gosto
1 colher (chá) de açafrão (opcional)
1/2 colher (chá) de cominho em pó
Salsa e cebolinha picados a gosto
Queijo parmesão ralado para servir

Modo de Fazer

Esquente aproximadamente 1 1/2 litro de água, junto com o caldo de carne ou caldo de legumes e reserve. Leve ao fogo uma panela com o óleo e refogue a carne seca até dourar, adicione a cebola, o alho e deixe refogar por dois minutos.

Adicione o açafrão, cominho, uma xicara de água e deixe a carne cozinhar até que fique macia e seque a água (na panela de pressão leva 10 minutos, em panela normal demora mais).

Adicione o arroz e refogue por alguns minutos, acrescente a cerveja e misture até o liquido evaporar. Abaixe o fogo e comece a adicionar a água quente com o caldo aos poucos. Continue misturando sem parar, adicione sal e pimenta a gosto. A medida que o arroz for absorvendo o líquido, vá adicionando mais caldo aos poucos e mexendo até que o arroz fique cozido e cremoso.

Finalize com a salsa e cebolinha picados e sirva com queijo parmesão ralado.

Harmonização

Uma harmonização por contraste acontece quando temos de um lado um sabor intenso e de outro um sabor mais suave. É o tipo de harmonização em que os opostos se atraem, proporcionando uma experiência única ao paladar.

O sabor marcante do Risoto de Carne Seca com Cerveja Escura faz uma ótima harmonização por contraste com a adocicada Black Princess Tião Bock. A Tião Bock tem como característica especial a presença de rapadura em sua composição, o que traz para esta degustação a possibilidade de realçar ainda mais a receita.


Caranguejada na cerveja

Quando Hércules, um semideus da mitologia greco-romana e filho de Zeus, perdeu a razão após uma tragédia familiar, ele foi ao Oráculo de Delfos pedir ajuda. O oráculo pediu-lhe que ele se entregasse à servidão de Euristeu, o rei da cidade de Micenas. O rei então incumbiu a Hércules a realização de doze tarefas especiais, conhecidas como “Os Doze Trabalhos de Hércules”.

Na segunda tarefa, seu objetivo era matar o monstro Hidra, um animal com corpo de dragão e nove cabeças de serpente que habitava o pântano de Lerna, na região de Argos. Letal que era, a Hidra possuía um sangue e um hálito venenosos que podiam matar qualquer um que ousasse sequer chegar perto de sua presença. Para além disso, a cada cabeça cortada nascia outra no lugar, sendo que a principal delas, a cabeça central era imortal.

Numa batalha feroz e com a ajuda de seu sonho Iolau, Hércules tenta de tudo para matar Hidra, mas seus esforços pareciam ser inúteis frente às cabeças que se regeneravam durante a luta. Para complicar ainda mais a situação, a deusa Hera, que apostava contra a vida herói Hércules desde o seu nascimento, decide ajudar Hidra e envia ao local um caranguejo gigante para atrapalhá-lo.

Com muita garra e astúcia, Hércules que estava preso por um dos calcanhares pelas garras do gigantesco animal, aproveita a outra perna livre e – com a força sobrenatural que possuía – decide pisar sobre a carapaça do crustáceo que se se rompe, matando o caranguejo.

Numa investida final contra a monstra de Hidra, Hércules consegue decepar as cabeças que faltavam e, graças aos conselhos da deusa Minerva, utiliza o próprio sangue venenoso de Hidra para dar fim ao inimigo que antes era imortal.

Do grego antigo “karkínos”, que por sua vez deu origem ao diminutivo em latim “cancriculus”, as palavras “câncer” e “caranguejo” em português compartilham a mesma origem – e mito. Segundo o portal Medium: “o Mito da Hidra de Lerna é associado ao signo de Câncer não só pelo nascimento da constelação, mas também porque a Hidra representa nossas emoções indomáveis, cada vez que atacamos uma emoção e a reprimimos, outras nascem em seu lugar. Representa as distrações que acabam por nos atacar em nossas bases e nos tirar o foco de nosso objetivo. Representa a família que se põem em perigo para nos auxiliar”.

Caranguejada na Cerveja

Ingredientes

  • 3 dúzias de caranguejo limpos (sem carapaça)
  • 200 g de alho picado
  • 8 cebolas grandes cortadas em rodelas
  • 8 tomates bem maduros cortados em rodelas
  • 8 pimentões verdes e vermelhos cortados em rodelas
  • 1 maço de salsinha (cheiro verde) picado
  • 1 maço de alho poro picado
  • 1 xícara de coentro picado
  • 2 cubos de caldo de peixe
  • 500 ml de azeite
  • 1 colher de azeite de dendê
  • 10 pimentas dedo de moça
  • 1 lata de molho de tomate refogado
  • 4 latas de cerveja clara
  • Sal a gosto

Modo de Preparo

  1. Em uma panela bem grande, ferva os caranguejos com água até eles começarem a avermelhar, jogue a água fora e reserve os caranguejos. Não os cozinhe muito, o cozimento final fica por conta do molho.
  2. Monte a panela para o cozimento final, com os caranguejos pré-cozidos, acomode-os em camadas junto com os demais ingredientes: coloque uma camada de caranguejo, uma de cebola, uma de pimentão, uma de tomate, salsinha, alho poró e coentro, intercalando as camadas até encher a panela. Tape a panela e aguarde o molho.
  3. Em outra panela, reservada para o molho, refogue o alho, azeite, azeite de dendê, caldo de peixe, acrescente o molho de tomate, pimenta e 2 litros de água e sal a gosto. Deixe ferver por 20 minutos.
  4. Coloque o molho na panela com os caranguejos no fogo e acrescente o molho ainda quente.
  5. Coloque duas latas de cerveja e depois de 15 min mais 2 latas. Deixe cozinhando em fogo brando por mais 40 minutos, até ficar consistente, verificando-o de 10 em 10 minutos.
  6. Não deixe o molho engrossar muito. Aproveite para fazer um caldinho ou pirão com o resto do molho.

Bolinho de Alcachofra na Cerveja

Planta com cerveja: a princípio não parece uma boa opção, não é mesmo? Mas quando a planta em questão é a deliciosa (e nutritiva) alcachofra, tudo parece ficar mais gostoso.

Do árabe “al-kharshûf”, que significa “planta espinhosa”, esta preciosidade originária do noroeste da África é conhecida desde os antigos egípcios e posteriormente também fora cultivada pelos gregos, que a chamavam de “cynara” – em referência à uma antiga lenda, na qual a jovem de mesmo nome rejeitou Zeus, o pai dos deuses, e movido por sua ira, ele acabou transformando Cynara numa pobre flor de alcachofra.

Lendas e mistérios à parte, hoje sabemos que alcachofra é rica em vitaminas e possui uma infinidade de benefícios ao corpo. Segundo o portal Tua Saúde, “a alcachofra serve para ajudar no tratamento de anemia, aterosclerose, diabetes, doenças do coração, febre, fígado, fraqueza, gota, hemorroidas, hemofilia, pneumonia, reumatismo, sífilis, tosse, ureia, urticária e problemas urinários”. Ufa!

De acordo com o chef Roger Weiss para o jornal Gazeta do Povo, a diferença entre a alcachofra roxa e a alcachofra verde reside no seu sabor e maciez. A primeira sendo mais saborosa e a segunda sendo mais macia. Também não se esqueça de remover as pétalas externas, nas palavras do chef Raul Carrasquillo, “elas são geralmente mais amargas”.

Na receita de hoje, você vai deixar qualquer grego ou egípcio antigo com água na boca. Combinamos as maravilhosas propriedades desta planta rica em magnésio, potássio, sódio, ferro, vitamina A e vitamina B da alcachofra, com um gostinho de quero mais da cerveja.

Bolinho de Alcachofra na Cerveja

Ingredientes:

  • 1 kg de alcachofra
  • 1 xícara de chá de farinha de trigo
  • 1/2 xícara de chá de cerveja clara
  • 1 ovo
  • 1 limão
  • 3 xícaras de chá de azeite extra virgem
  • Farinha de trigo o suficiente para empanar
  • Sal a gosto

Modo de Preparo:

  1. Misture a cerveja, a gema de ovo (reserve a clara), uma colher de sopa de azeite e um pouco de sal. Adicione uma xícara de farinha aos poucos, misturando até obter uma massa leve. Deixe repousar uma hora.
  2. Retire as folhas externas da alcachofra e corte a parte superior. Vá colocando em uma tigela coberta com água e suco de limão para evitar o escurecimento.
  3. Cozinhe as alcachofras com água levemente salgada por 20 ou 25 minutos ou até ficarem bem macias.
  4. Aqueça o azeite em uma panela funda. Bata a clara em neve e incorpore cuidadosamente com a massa que ficou descansando.
  5. Corte as alcachofras ao meio, passe na farinha e depois na massa. Frite em azeite quente até dourar. Sirva a seguir.

Fonte da receita: Comidas & Bebidas UOL
Com informações de: Gazeta do Povo, Melhor com Saúde, Tua Saúde e Wikipedia


Paçoca de Cerveja

Muito antes desta terra se chamar Brasil, consumia-se amendoim e paçoca por aqui. De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados (ABICAB), há estudos que comprovam a utilização desta semente leguminosa há mais de 5 mil anos em solo sul-americano. Do tupi “po-çok”, que significa “esmigalhar” ou “coisa pilada”, este derivado de amendoim (“mãdu’i” ou “enterrado) é muito consumido em todo território nacional até hoje.

Só em 2015, foram consumidas 207 mil toneladas de amendoim, produzidas especialmente pelos estados de Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, São Paulo e Bahia. Segundo pesquisa do Datafolha desse mesmo ano, 88% da população entrevista diz consumir o alimento regularmente e 53% dos homens e mulheres conferem ao amendoim um poder afrodisíaco, estimulante sexual.

Hit do inverno, das quermesses e festas do interior do país, a paçoca está presente nas tradições juninas brasileiras, o que corresponde a um aumento, em média, de 15% nas vendas desse produto durante o mês de junho. Em alguns estados, esse aumento chega a 25%.

Entre outras surpresas, o amendoim também é visto como uma boa alternativa para a produção de biodiesel. Mas sinceramente, nós acreditamos que ele fica melhor – e mais gostoso – no prato, especialmente se combinado com uma cerveja gelada.

Paçoca de Cerveja Preta

Ingredientes:

  • 200 ml de cerveja preta
  • 800 ml de leite
  • 3 xícaras de açúcar
  • 1 pitada de sal
  • 500 g amendoim torrado e moído

Modo de Preparo:

  1. Em uma panela alta, coloque a cerveja, o leite, o açúcar e o sal para fazer o doce de leite
  2. Depois que levantar fervura, fique atento para não derramar e controle a temperatura
  3. Quando começar a mudar de cor ficando tom caramelo é preciso dar uma mexida de vez em quando, com uma colher de pau
  4. Para saber o ponto, o doce estará bem marronzinho e encorpado
  5. Pegue um copo com água e coloque uma pontinha da colher, se virar um fio que não se desmancha está no ponto
  6. Acrescente o amendoim torrado e moído só para misturar e desligue o fogo
  7. Unte uma assadeira retangular com margarina e despeje o doce, esparrame com uma colher, deixe esfriar um pouco, ainda morno, corte com uma faca sempre molhando-a na água para não grudar, depois de frio guarde os doces em um pote

Fonte da receita: Tudo Gostoso (contém adaptações)
Com informações de: Abicab, Dicionário Tupi Guarani, Portal EM, Sodiê Doces


Receita do Fim do Mundo

Apesar do nome induzir à esta conclusão, “Finlândia” não significa “terra do fim”, mas terra dos finnr – antiga palavra alemã para designar os nômades viajantes, provenientes do norte da Europa. Num tempo em que disputas entre reinos assolavam o continente europeu, designar o outro como inimigo e conquista-lo à força era função primordial para a sobrevivência de um povo.

Isolados pelo frio e pela distância das potências europeias, a Finlândia foi o último país a ser cristianizado, além de ter sofrido na mão de diversos impérios como o dinamarquês, o sueco e o russo. Hoje, quase cem anos pós a sua independência declarada em 1918, este oitavo maior país do continente é conhecido por sua altíssima qualidade de vida, figurando entre os primeiros na lista de IDH, além de ser um dos países menos corruptos do mundo, mais escolarizado e consciente ambientalmente.

No quesito cerveja, os finlandeses não poderiam desapontar: segundo relatório mundial publicado em 2014, a Finlândia é o 12º maior consumidor de cerveja per capita do planeta – onde, em média, cada cidadão bebe 78,5 litros da gelada por ano.

Entre outras curiosidades, a Finlândia é a sede mundial da casa do Papai Noel – cuja casa se encontra ao norte do país, na Lapônia, mais precisamente em Rovaniemi. O país também se orgulha de ter exportado a famosa sauna (palavra finlandesa) ao mundo e ter fincado a sua bandeira em tudo quanto é pódio de Fórmula 1, com o piloto da Ferrari, Kimi Räikkönen.

Hoje, apresentamos uma receita tipicamente natalina direto do fim do mundo – ou da casa do próprio Papai Noel – para você curtir este friozinho, pré-invernal.

Como diriam os finlandeses: kippis! Saúde!

Maksalaatikko ou Arroz de Forno Finlandês

Ingredientes

  • 1 litro água fervente com sal
  • 1 xícara de arroz de grão longo branco ou 3 xícaras dearroz branco cozido
  • 2 colheres de sopa de manteiga
  • 1 cebola média, bem picada (1/3 de xícara)
  • 2 xícaras de leite
  • 1 ou 2 ovos, ligeiramente batidos
  • 4 xícaras de bacon magro de cozido e moído ou muito bem picado
  • 1/2 xícara de passas
  • 2 colheres de sopa de xarope de milho escuro
  • 2 colheres de chá de sal
  • 1/4 colher de chá de pimenta branca
  • 1/4 colher de chá de manjerona
  • 1 copo de cerveja escura
  • 700 g fígado bovino, bem moído ou bem picado
  • 1 colher de sopa de manteiga

Modo de Preparo

  • Cozinhe o arroz em água salgada por cerca de 15 minutos
  • Misture o arroz e o leite, adicione o ovo.
  • Aqueça a manteiga em uma frigideira, refogue a cebola e adicione a mistura de arroz e leite.
  • Acrescente o xarope de milho escuro, o sal, a pimenta branca, manjerona, passas e a cerveja.
  • Acrescente o fígado moído. Mexa-o junto com a mistura de arroz e despeje tudo em uma caçarola untada com manteiga.
  • Asse em forno médio (180 graus) por 1 hora e 15 min ou até que você coloque um palito e ele saia limpo.
  • Você pode servir acompanhado por um molho de groselha ou molho de cranberry.

Fonte da receita: Receitas com Arroz (contém adaptações)
Com informações de: Mega Curioso, Kirin Holdings, Sua Pesquisa e Wikipedia


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